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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

ATUALIDADES- ANA JÚLIA

Brasil independente, um desafio que continua

o fato historico da independência do Brasil é conhecido pelos estudantes brasileiros. Dom Pedro I, as margens do Riacho Ipiranga proclama a separação do Brasil em relação ao país colonizador: Portugual.
Durante masi de três séculos, as terras brasileiras abasteceram de matérias-primas seu principal colonizador e outros povos e nações da Europa que estiveram por aqui. São produtos tropicais, riquezas do povo brasileiro, retiradas para atender á sociedade europeia no contexto do capitalismo, ou seja, açucar, tabaco, algodão, cacau, anil e madeira.
No 5º Fórum Urbano Mundial da ONU, 25 de março de 2011, mostrou que o brasil é o país mais desigual da América Latina. 192 milhões de pessoas vivendo no Brasil. 55 milhões saõ jovens entre 15 e 29 anos, dos quais 31% são considerados miseráveis.
Os brasileiros são conclamados a participar em três níveis: planejamento, execuçõa e resultado. Os trabalhadores são os produtores da riqueza , mas são discriminados nos resultados alcançados. O ponto chave e crucial é a participação no planejamento, pois é ali que são tomadas as decisões fundamentais que encaminham os resultados para as camadas mais ricas da população.
o historiador brasileiro Capistrano de Abreu cita dois termos para caracterixar quem somo: ele fala em povo " castrado e sangrado", ou seja, temos dificuldade em reclamar, em reivindicar e, por consequêcia, somos sofredores, não participamos da riqueza deste verdadeiro continente.
 A sociedade em geral aceita o discurso das elites que sempre elogiam o povo brasileiro com pacífico, ou seja, nada de reclamar, exigir diretios, defender medidas concretas que beneficiam a todos .
Entretanto, como afirma Hélcion Riberio, a violêcia inclui outros nomes concretos: desemprego, má distribuição de renda, proliferação dos grandes latífundios, expulção do homem do campo, destruiçaõ do meio ambiente, falta de saúde do povo, presença de menores carentes e abadonados. Assim, a nossa indepêndencia é um processo que continua atual dentro da nossa história.

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